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Brasil
F1

Lendas

das

Pistas

Oito títulos mundiais e um país inteiro acelerando junto. O asfalto guarda a técnica, a bravura e a história de ícones que transcenderam o esporte e transformaram as manhãs de domingo na era de ouro do nosso automobilismo.

Lendas do Automobilismo

Trilha Sonora

EMERSON FITTIPALDI
O Pioneiro

EMERSON
FITTIPALDI

"O Rato"

-Títulos Mundiais
-Vitórias (F1)
1960 - 1969

O Empreendedor

Antes da Europa, Emerson e seu irmão Wilson fundaram uma oficina em São Paulo, construindo karts e o icônico 'Fitti-Porsche'. Dividido entre administrar e correr, a pressão era asfixiante: o automobilismo era caro e ele precisava dar certo na Inglaterra quase instantaneamente, pois o empreendedorismo local financiava sua única e arriscada chance nas pistas europeias.

O Empreendedor
1972

O Mais Jovem do Mundo

Pilotando a lendária Lotus 72D preta e dourada, Emerson assombrou o planeta ao conquistar seu primeiro título mundial. Aos 25 anos, ele se tornou o campeão mais jovem da história da F1 na época (um recorde que durou 33 anos), inaugurando oficialmente a dinastia brasileira no topo do pódio.

O Mais Jovem do Mundo
1974

A Consolidação de um Campeão

Mostrando seu lado estrategista, Emerson chocou o grid ao trocar a Lotus pela ascendente McLaren. No comando do clássico modelo M23, ele enfrentou uma das temporadas mais equilibradas e tensas da história contra a Ferrari. O bicampeonato provou que sua genialidade não dependia de uma única equipe, mas sim de uma mente brilhante.

A Consolidação de um Campeão
1976 - 1982

O Sonho Brutal

No auge da carreira, Emerson deixou a McLaren para realizar o projeto mais ousado de sua vida com Wilson: a Copersucar-Fittipaldi, única equipe brasileira da história da F1. O sonho romântico ruiu sob quebras mecânicas, falta de orçamento contra gigantes europeus e uma crítica implacável e cruel da mídia e do público local, que não perdoou a falta de vitórias imediatas.

O Sonho Brutal
1984 - 1996

O Renascimento na América

Quando muitos decretavam o fim de sua carreira após o desgaste da Copersucar, Emerson cruzou o Atlântico para conquistar a Fórmula Indy. Duas vitórias nas lendárias 500 Milhas de Indianápolis e o título de 1989 consagraram de vez o Rato como um ícone global imune ao tempo.

O Renascimento na América
NELSON PIQUET
O Tricampeão

NELSON
PIQUET

"O Estrategista"

-Títulos Mundiais
-Vitórias (F1)
1971 - 1977

O Início e a Garra

Para correr no kart, Nelson precisou esconder sua paixão do pai, um ex-ministro da saúde. Sem apoio financeiro no início, viajou para a Europa onde chegou a trabalhar como mecânico, limpando chão de oficina para bancar seu sonho e desenvolvendo a inteligência mecânica que seria sua marca registrada.

O Início e a Garra
1978 - 1981

A Primeira Coroa na Brabham

Adotado por Bernie Ecclestone na Brabham, Piquet tornou-se o líder técnico do time. Em 1981, superando o calor infernal de Las Vegas e um desgaste físico extremo, ele levou o modelo BT49C ao limite para bater os favoritos e conquistar seu primeiro título mundial.

A Primeira Coroa na Brabham
1983 - 1985

A Era Turbo e o Tema da Vitória

Desenvolvendo os temidos motores BMW Turbo com Gordon Murray, Nelson moldou a lendária Brabham BT52 e sagrou-se o primeiro campeão mundial da era turbo da F1. Foi também neste ano, no GP do Brasil, que o icônico 'Tema da Vitória' tocou pela primeira vez na TV: uma ideia do narrador Galvão Bueno para eternizar os triunfos brasileiros, estreando justamente com uma vitória de Piquet.

A Era Turbo e o Tema da Vitória
1986 - 1987

A Guerra Fria e a Manobra do Século

Na Williams, viveu uma batalha interna épica com Nigel Mansell. Foi nesse carro, em 1986, que eternizou a manobra do século na Hungria: ultrapassando Ayrton Senna por fora, derrapando de lado. Em 1987, usou sua precisão cirúrgica de acerto para vencer a guerra psicológica contra a própria equipe e sagrar-se Tricampeão.

A Guerra Fria e a Manobra do Século
1990 - 1991

O Último Brilho

Considerado veterano por muitos, Nelson foi para a Benetton provar que sua genialidade estava intacta. Tirou coelhos da cartola com vitórias memoráveis em pistas extremamente exigentes como Suzuka e Adelaide, encerrando sua brilhante jornada na Fórmula 1 em alto nível.

O Último Brilho
1992 - Presente

Endurance e a Sobrevivência

Após a F1, Nelson sobreviveu a um gravíssimo acidente nas 500 Milhas de Indianápolis que esmagou suas pernas. Contrariando os médicos, voltou a acelerar nas pistas de Endurance com o icônico McLaren F1 GTR em Le Mans. Hoje, segue como uma lenda viva do automobilismo mundial.

Endurance e a Sobrevivência
AYRTON SENNA
O Herói Nacional

AYRTON
SENNA

"Beco"

-Títulos Mundiais
-Vitórias (F1)
1973 - 1983

O Prodígio Imbatível

Antes de pisar na F1, o nome de Ayrton Senna da Silva já assombrava a Europa. Ele destruiu a concorrência nas categorias de base, empilhando títulos no Kart, Fórmula Ford 1600, Fórmula Ford 2000 e, por fim, sagrando-se o grande campeão da Fórmula 3 Britânica em uma disputa histórica.

O Prodígio Imbatível
1984

O Batismo na Chuva

Em sua temporada de estreia com a modesta Toleman, Senna chocou o mundo em Mônaco. Sob um dilúvio, ele engoliu lendas consagradas, escalando do 13º lugar até a cola do líder Alain Prost, quando a prova foi interrompida polemicamente. Nascia ali o 'Rei da Chuva'.

O Batismo na Chuva
1985

O Nascimento da Magia

A bordo da icônica Lotus preta e dourada, Ayrton conquistou sua primeira vitória no GP de Portugal, no Estoril. Novamente sob chuva extrema, ele colocou uma volta de vantagem em quase todo o grid. Naquele ano, também provou ser o mestre absoluto das classificações, cravando 7 pole positions.

O Nascimento da Magia
1988

O Estado de Transe

No treino classificatório em Mônaco, Senna viveu um momento transcendental. Ele colocou absurdos 1.4 segundos sobre seu companheiro Prost no mesmo carro. Ayrton relatou que não estava mais pilotando consciente, mas num estado de transe, observando a si mesmo de fora do carro.

O Estado de Transe
1988

A Primeira Coroa

No Japão, a decisão do título foi dramática. Senna largou na pole, mas o motor falhou e ele caiu para 14º. Em uma das maiores exibições de pilotagem da história, ele ultrapassou 13 carros, incluindo Prost, cruzou a linha de chegada em primeiro e sagrou-se Campeão Mundial.

A Primeira Coroa
1989 - 1991

A Maior Rivalidade da História

O bicampeonato e o tricampeonato vieram no ápice da guerra fria contra Alain Prost. Entre batidas propositais em Suzuka, polêmicas com a FIA e pura genialidade, Senna esmagou as barreiras físicas e mentais para se tornar o dono absoluto da categoria no início dos anos 90.

A Maior Rivalidade da História
1991

O Grito de Interlagos

Ayrton nunca havia vencido em casa. Liderando com folga, o câmbio de sua McLaren quebrou, deixando-o apenas com a 6ª marcha. Fazendo um esforço físico sobre-humano, suportando espasmos musculares e desgaste brutal, ele cruzou a linha e soltou o choro mais famoso da história do esporte.

O Grito de Interlagos
1993

A Volta dos Deuses

No GP da Europa em Donington Park, Senna cravou a maior primeira volta de todos os tempos. Largando em 4º sob chuva forte e caindo para 5º, ele encontrou aderência onde não existia e ultrapassou Schumacher, Wendlinger, Hill e Prost em menos de um minuto para assumir a liderança.

A Volta dos Deuses

O Fim de Semana Sombrio

Ímola, 1994. O fim de semana já estava coberto por uma nuvem densa. Na sexta, o grave acidente de Rubens Barrichello. No sábado, a trágica morte de Roland Ratzenberger. Senna estava visivelmente apreensivo, chegou a chorar nos boxes e questionar se deveria correr. Mas a paixão e o instinto falaram mais alto.

O Fim de Semana Sombrio

O País que Parou

O dia 1º de maio de 1994 silenciou o Brasil. Quando o avião da Varig trouxe seu corpo de volta, o país inteiro parou literalmente. Milhões de pessoas tomaram as ruas de São Paulo em um dos maiores cortejos fúnebres da história mundial, chorando a perda não apenas de um piloto, mas de um herói nacional.

O País que Parou

Muito Além das Pistas

Sua grandeza não se limitava ao asfalto. Em segredo, Ayrton doava milhões para hospitais e programas de assistência. Desse desejo de transformar o país, nasceu o Instituto Ayrton Senna, que já ajudou a educar e mudar a realidade de milhões de crianças e jovens brasileiros.

Muito Além das Pistas

"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá."

161 GPs • 80 POLE POSITIONS • 41 VITÓRIAS

Para sempre, o maior de todos os tempos.

Assinatura Senna
RUBENS BARRICHELLO
O Resiliente

RUBENS
BARRICHELLO

"Rubinho"

-Títulos Mundiais
-Vitórias (F1)
1993

A Promessa e o Padrinho

Desde os tempos de kart, Rubens Barrichello despontava como uma grande promessa. Chegou à F1 em 1993 pela equipe Jordan e logo chamou a atenção de Ayrton Senna. A relação dos dois era de mestre e aprendiz, construindo uma grande amizade nos paddocks e tornando Rubinho o sucessor natural do ídolo brasileiro.

A Promessa e o Padrinho
1994

O Fim de Semana Sombrio

O GP de Ímola em 1 de maio de 1994 marcou sua vida para sempre. Na sexta-feira, Rubinho sofreu um acidente assustador na Variante Bassa, decolando e chocando-se contra as grades. Ayrton foi a primeira pessoa que ele viu ao acordar no centro médico. Dois dias depois, Barrichello perderia seu grande amigo e mentor nas pistas.

O Fim de Semana Sombrio
2000 - 2005

A Glória e o "Hoje Sim"

Na Ferrari, ao lado de Michael Schumacher, viveu o auge da equipe. Conquistou sua primeira e emocionante vitória na Alemanha em 2000, largando de 18º debaixo de chuva. Porém, também enfrentou as polêmicas ordens de equipe, imortalizadas no GP da Áustria de 2002 com a inesquecível narração de Cléber Machado: "Hoje não, hoje não... hoje sim!"

A Glória e o "Hoje Sim"
2009

O Renascimento na Brawn GP

Quando muitos achavam que sua carreira estava no fim, Rubinho renasceu com a histórica Brawn GP em 2009. Voltou a vencer, disputou o título mundial e provou sua resiliência e seu talento inquestionável como acertador de carros, estendendo sua jornada até se tornar, na época, o piloto com mais GPs disputados na história da Fórmula 1.

O Renascimento na Brawn GP
2012 - Presente

O Novo Rei do Asfalto Nacional

Fora da F1, Rubens encontrou um novo lar no automobilismo brasileiro. Tornou-se um dos maiores nomes da Stock Car com dois títulos históricos em 2014 e 2022. Sempre movido pelo desejo inabalável de correr, Rubinho também expandiu seus horizontes ao ingressar na NASCAR Brasil Sprint Race, consolidando sua posição como o grande embaixador e referência viva das pistas do país.

O Novo Rei do Asfalto Nacional
Presente

Legado em Família

O amor pela velocidade corre forte nas veias da família. Hoje, além de competir em altíssimo nível, Rubens vive a emoção única de dividir os paddocks e compartilhar telemetria com seus filhos pilotos, Dudu e Fefo Barrichello. Atuando como mentor e companheiro de pista, ele garante que a dinastia e a paixão dos Barrichello pelo esporte continuem acelerando forte.

Legado em Família
FELIPE MASSA
O Campeão Moral

FELIPE
MASSA

"Animal"

-Títulos Mundiais
-Vitórias (F1)
1999 - 2005

O Caminho até Maranello

Felipe Massa brilhou rápido e forte nas categorias de base, sendo campeão dominante na Fórmula Chevrolet e na Euro Fórmula 3000. Sua velocidade pura chamou a atenção da Sauber, equipe pela qual estreou na F1 em 2002. Apesar da inexperiência inicial que lhe rendeu críticas, ele amadureceu como piloto de testes da Ferrari antes de assumir sua vaga definitiva no grid.

O Caminho até Maranello
2006

Quebrando o Jejum de Senna

Assumindo a vaga de titular na Ferrari ao lado do seu grande mentor, Michael Schumacher, Massa rapidamente se encontrou. O ano de 2006 coroou sua ascensão com duas vitórias memoráveis, mas uma delas foi histórica: ao vencer o GP do Brasil de macacão verde e amarelo, ele quebrou um jejum de 13 anos sem vitórias brasileiras em Interlagos, herdado desde Ayrton Senna em 1993.

Quebrando o Jejum de Senna
2008

15 Segundos de Campeão

A temporada de 2008 foi uma montanha-russa de emoções, marcada por erros cruciais da Ferrari e pelo escandaloso 'Singapura Gate' (a batida armada da Renault que lhe custou uma vitória certa). A decisão épica aconteceu em Interlagos. Debaixo de chuva, Felipe cruzou a linha de chegada como Campeão do Mundo. Durante 15 angustiantes segundos, o Brasil comemorou, até Lewis Hamilton ultrapassar Timo Glock na última curva. Massa perdeu o título por 1 ponto, mas ganhou o respeito eterno do mundo ao bater no peito chorando no pódio.

15 Segundos de Campeão
2009

O Milagre de Budapeste

A vida de Massa mudou em fração de segundos durante a classificação do GP da Hungria. Uma mola de quase 1 kg se soltou do carro de Rubens Barrichello e atingiu o capacete de Felipe a mais de 250 km/h. O acidente gravíssimo causou fraturas no crânio e colocou sua vida em risco. Com uma força de vontade invejável, ele se recuperou totalmente e voltou às pistas no ano seguinte.

O Milagre de Budapeste
2018 - Presente

A Paixão não Freia

Após uma emocionante despedida da F1 pela Williams, Felipe não conseguiu abandonar o asfalto. Competiu na Fórmula E e, eventualmente, encontrou seu lugar na Stock Car Brasil. Dividindo curvas com antigos rivais e amigos, ele segue mostrando que a paixão por acelerar no seu país natal e sua competitividade inata são maiores que qualquer obstáculo.

A Paixão não Freia
O Presente e o Futuro

A Nova Era do Brasil na F1

Após um doloroso jejum de anos sem um piloto brasileiro titular no grid, a bandeira verde e amarela voltou a tremular forte com a chegada de Gabriel Bortoleto. Campeão da F3, protagonista absoluto na F2 e agora em seu segundo ano como titular pela Audi, Bortoleto não apenas carrega o peso de uma nação apaixonada, mas também a promessa de que a nossa dinastia no automobilismo mundial está muito longe de acabar.

Gabriel Bortoleto

As Lendas que Pavimentaram o Caminho

A história do Brasil na Fórmula 1 não foi escrita apenas por múltiplos vencedores. Ao todo, 32 pilotos brasileiros alinharam no grid oficial. Celebramos aqui todos aqueles que compartilharam desse sonho e deixaram sua marca no asfalto da categoria máxima do automobilismo.

Chico Landi

O pioneiro absoluto. Primeiro brasileiro a disputar e pontuar em corridas na F1 na década de 1950.

Gino Bianco

Correu na temporada de 1952, sendo um dos primeiros a representar o Brasil na Europa.

Hermano da Silva Ramos

Franco-brasileiro, o primeiro piloto nascido no Brasil a pontuar na categoria em 1956.

Fritz d'Orey

Participou de três Grandes Prêmios na desafiadora temporada de 1959.

Wilsinho Fittipaldi

Correu pela Brabham e foi o visionário criador da Copersucar-Fittipaldi, a primeira equipe brasileira na F1.

Luiz Bueno

Multicampeão nacional, coroou sua carreira disputando o GP do Brasil de 1973 pela Surtees.

José Carlos Pace

O inesquecível 'Moco'. Venceu brilhantemente no Brasil (1975) e hoje dá nome ao Autódromo de Interlagos.

Ingo Hoffmann

Maior campeão da Stock Car, disputou etapas na F1 pela escuderia Fittipaldi nos anos 70.

Alex Ribeiro

Ficou eternizado pelo carro com a frase 'Jesus Saves', correndo por March, Ensign e Fittipaldi.

Chico Serra

Lenda do automobilismo nacional, marcou pontos importantes no GP da Bélgica de 1982.

Raul Boesel

Competiu por March e Ligier antes de construir uma trajetória vitoriosa na Indy e no Mundial de Marcas.

Roberto Moreno

O rei da superação. Famoso 'Super Sub', conquistou um pódio histórico pela Benetton no Japão em 1990.

Maurício Gugelmin

Marcou época com a icônica March turquesa e subiu ao pódio no empolgante GP do Brasil de 1989.

Christian Fittipaldi

Sobrinho de Emerson, cravou pontos valiosos por Minardi e Footwork nas difíceis temporadas dos anos 90.

Pedro Diniz

Construiu uma carreira de respeito nos anos 90, pontuando consistentemente por Ligier, Arrows e Sauber.

Ricardo Rosset

Vice-campeão da F3000, pilotou na F1 defendendo equipes como Arrows, Lola e Tyrrell.

Tarso Marques

Mostrou seu talento pela Minardi, chegando a ser o primeiro companheiro de equipe de Fernando Alonso.

Ricardo Zonta

Campeão da FIA GT, teve passagens importantes como titular pela BAR e pela Toyota.

Luciano Burti

Correu por Jaguar e Prost até que um grave acidente em Spa interrompesse sua promissora carreira na F1.

Enrique Bernoldi

Revelado pela Red Bull, ficou eternizado por segurar o poderoso carro de David Coulthard em Mônaco (2001).

Cristiano da Matta

Chegou à Toyota na F1 com status de estrela após conquistar o título da CART (Fórmula Indy) de forma dominante.

Antônio Pizzonia

O 'Jungle Boy', impressionou com sua velocidade e marcou pontos como titular e substituto pela Williams.

Nelson Piquet Jr.

Herdou a velocidade do pai e conquistou um excelente 2º lugar no pódio da Alemanha em 2008 pela Renault.

Lucas di Grassi

Disputou temporada pela Virgin antes de se tornar um dos maiores nomes da história da Fórmula E.

Bruno Senna

Trouxe o peso e a emoção do lendário sobrenome de volta ao grid, correndo por HRT, Renault e Williams.

Felipe Nasr

Brilhou em sua estreia com a Sauber e protagonizou os pontos heroicos que salvaram a equipe Manor no Brasil em 2016.

Pietro Fittipaldi

O neto de Emerson que devolveu o sobrenome à categoria, substituindo Grosjean pela Haas em duas corridas em 2020.

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